domingo, 27 de novembro de 2011

Qual é a pronúncia correta do nome de Deus?


E naquele dia certamente direis: “Agradecei a Jeová! Invocai o seu nome. Tornai conhecidas entre os povos as suas ações. Fazei menção de que seu nome deve ser sublimado.” – Isaías 12:4.


     Antes de abordarmos a resposta a essa pergunta, convém estabelecer alguns fatos a respeito de pronúncia de nomes de pessoas:

     Nomes pessoais não são traduzidos. Eles são vertidos para outros idiomas, sendo adaptados ao alfabeto e aos fonemas desses idiomas. Assim, mesmo quando a escrita e a pronúncia originais de um nome são conhecidas, elas não são mantidas em outros idiomas. Isto se dá porque os fonemas - e às vezes as letras - não correspondem aos do nome original. Portanto, o nome é adaptado a uma forma mais aproximada possível à forma original.

     Podemos ilustrar a situação com o nome do Filho de Deus. Qual é a pronúncia original do nome dele? Visto que seu nome se origina do hebraico, e esse idioma permaneceu como língua morta por séculos, sendo revivificado com o movimento sionista em fins do século 19 EC, ninguém pode afirmar qual era a pronúncia original do nome do Filho de Deus. Com certeza não era Jesus. (Vale ressaltar que mesmo nas línguas vivas uma pronúncia muda com o passar do tempo. E um agravante é que o hebraico era escrito sem vogais, as quais eram supridas na linguagem falada.)

     O nome do Filho de Deus em hebraico, com pontos vocálicos, ocorre na forma Yehoshúa‘. A outra forma é Yeshúa‘ (“Jesua”), encontrada pela primeira vez no registro bíblico nos livros do período exílico e pós-exílico, quando o hebraico já havia sido influenciado pelo aramaico.  (Veja 1 Crô. 24:11; 2 Crô. 31:15; Esd. 2:2; 3:2; 8:33; Nee. 3:19; 11:26; 12:24.) Ye·shú·a'  (“Jesua”) é, portanto, uma forma aramaicizada de Yehoh·shú·a' (“Jeosué” ou “Josué”). (Compare Esd. 2:2 com Ageu 1:1 e Zac. 3:1.) Quando o “Velho Testamento” foi traduzido para o grego, na Septuaginta ou Versão dos Setenta, a forma Ye·shú·a' foi vertida por ’Ιησουs (I·e·soús).

     Note que a forma grega usou a letra sigma (que em português corresponde ao “s” e tem som sibilante) em lugar da 21.ª letra do alfabeto hebraico que, na forma CHIM, tem som chiado, de “ch”. Assim, a forma Iesoús não é uma versão exata do hebraico aramaicizado Yeshúa‘, muito menos da forma hebraica primitiva Yehoshúa‘. Mesmo assim, a forma grega do nome do Filho de Deus foi aceita pelos discípulos de Cristo e integrada no “Novo Testamento” grego. Da forma grega surgiu a versão latinizada “Jesus”. Hoje, dificilmente alguém questionaria a forma “Jesus”, embora ela não seja a pronúncia original do nome do Filho de Deus e nem se saiba qual é a pronúncia original. De fato, mesmo que soubéssemos a pronúncia original, dificilmente as pessoas a usariam, devido à dificuldade da fonética.

     O precedente bíblico e histórico mostra que os nomes são adaptados aos idiomas nos quais são introduzidos, permitindo assim a fácil pronúncia pelos que falam tais idiomas. Assim, a questão da pronúncia correta tem de ser avaliada não apenas tendo em vista a proximidade com a pronúncia original, mesmo porque nem sempre se conhece a pronúncia original. Nem a forma grega Iesoús nem a portuguesa Jesus representam de forma exata a forma original hebraica, cuja pronúncia é ademais desconhecida. Por outro lado, tais formas estão em contato com o público há séculos e identificam satisfatoriamente a pessoa por trás do nome – o Filho unigênito de Deus.

Origem e legitimidade da pronúncia “Jeová”

     No Códice de Alepo, de 930 EC, o Tetragrama contém os sinais vocálicos, colocados pelos judeus massoretas, para sonorizar Yehowáh. “Jeová” é a forma latinizada dessa pronúncia hebraica que já existe na forma escrita desde o 10.º século EC. Devido à origem multicentenária da pronúncia “Jeová”, ela se firmou como a forma convencional e internacionalmente aceita do nome de Deus, do mesmo modo como a pronúncia “Jesus” é a forma convencional e internacionalmente aceita do nome do Filho de Deus.

     No entanto, alguns eruditos apontam para “Yahweh” (ou Javé) como a pronúncia mais provável. Seguem abaixo seus argumentos e a respectiva refutação.

      ARGUMENTO 1: A forma abreviada do nome é Yah (Jah, na forma latinizada).

     REFUTAÇÃO: Essa vocalização da forma abreviada do nome ocorre no final dos nomes hebraicos. Como exemplos, temos Yesha‘yáhu (Isaías, “Salvação de Jeová”), ’Ahhazyáhu (Acazias, “Jeová se Apoderou”), ’Eliyáhu (Elias, “Meu Deus é Jeová”), Amatsyáhhu (Amazias, “Jeová É Poderoso”), Hhizqyáhu (Ezequias, “Jeová Fortalece”), e Yekhonyáhu (Jeconias, “Jeová Estabelece Firmemente”). No entanto, as letras iniciais do nome divino – Iode e Hê (transliteradas JH), quando incorporam a primeira parte dos nomes bíblicos, são vocalizadas Yehóh e Yoh, encontradas na grafia hebraica de nomes tais como Jeorão (ou Jorão), Jeosafá (Josafá) etc. Tais prefixos não coincidem de modo algum com as formas “Iahweh” ou “Javé”, e sim com Jeová. Portanto, a forma abreviada do nome divino não serve de base para indicar a pronúncia da primeira parte de nome divino.

     ARGUMENTO 2: A transliteração do Nome em escritos gregos de professos cristãos ocorre nas formas Iaoué (Clemente de Alexandria, c. 150 a 215 EC) e Iabé.

     REFUTAÇÃO: Como já visto no caso do nome do Filho de Deus, a transliteração não preserva a pronúncia original. Citando outro exemplo nesse sentido, temos o hebraico Elishéva, que se tornou Eleisábet em grego e Elisabete em português. Note, além disso, que tais pronúncias do nome divino coincidem com o período da apostasia cristã, estando, por conseguinte, historicamente posicionadas em terreno duvidoso.

      Ademais, somente a forma “Jeová” possui a vogal do meio – a letra “o”. Será que isso é relevante? Com toda a certeza, segundo George Buchanan, professor emérito no Seminário Teológico de Wesley, Washington, DC, EUA. Ele explica: “Na antiguidade, os pais muitas vezes davam aos filhos o nome de suas deidades. Isto significa que pronunciavam os nomes dos filhos assim como se pronunciava o nome da deidade. O Tetragrama foi incluído em nomes de pessoas, e eles sempre usavam a vogal do meio.” – Biblical Archaeology Review [Revista da Arqueologia Bíblica]; veja a revista A Sentinela de 1.º de fevereiro de 1999, pp. 30-31.

Em outras palavras, tais nomes próprios começam com “Jeo” ou “Jo”, sempre incluindo a vogal “o”. Citando apenas alguns exemplos, temos:

Jeoiaquim ou Joaquim (Jeová Levanta)
Jeonadabe ou Jonadabe  (Jeová É Nobre)
Jeonatã ou Jonatã (Jeová Deu)
Jeosafá ou Josafá (Jeová É Juiz)

Quando o Tetragrama era pronunciado com uma só sílaba, era ‘Yah’ (no final do nome) ou ‘Yo’ (no início do nome). Quando abreviado a duas sílabas, tem a forma יהו [Ye-ho]. Com base em tais pronúncias abreviadas, é coerente o uso da pronúncia יהוה [Ye-ho-wah]. Em harmonia com isso, o hebraísta Gesenius, no seu Dicionário Hebraico e Caldaico das Escrituras do Velho Testamento (em alemão), disse que a forma יהוה [Ye-ho-wah] ‘pode explicar mais satisfatoriamente as sílabas abreviadas יהו [Ye-ho] e יו [Yo], com que começam muitos nomes próprios’.

Com base nisso, as pronúncias “Javé” ou “Yahweh” ficam descartadas, por não possuírem a vogal do meio – a letra “o”.

Portanto, tendo em vista o aspecto linguístico – especificamente morfológico – do uso do Nome como prefixo de nomes hebraicos, bem como o uso vernacular do nome divino, ao longo dos séculos, a forma “Jeová” se firmou como a pronúncia que identifica satisfatória e coerentemente a Pessoa representada por esse nome, o Deus majestoso e Todo-Poderoso, “o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo”. – Rom. 15:6.

Os artigos deste blog podem ser citados ou republicados, desde que seja citada a fonte: o blog oapologistadaverdade.blogspot.com






8 comentários:

  1. Ainda não percebi como pessoas com tantos estudos e Teologias não deram por isso que não se pode traduzir nomes ?
    Como exemplos, temos Yesha‘yáhu (Isaías, “Salvação de Jeová”), ’Ahhazyáhu (Acazias, “Jeová se Apoderou”), ’Eliyáhu (Elias, “Meu Deus é Jeová”), Amatsyáhhu (Amazias, “Jeová É Poderoso”), Hhizqyáhu (Ezequias, “Jeová Fortalece”), e Yekhonyáhu (Jeconias, “Jeová Estabelece Firmemente”).

    Usei a vossa matéria, como Yahu é Jeová, se isto nem é sequer paraecido, nem tradução nem transliteração, é uma pura fraude religiosa, então o nome mais puro do planeta iria corrompido com os erroas da humanidade, o seu Sagrado nome é imútavel, é o mesmo antes dos Idiomas, e o mesmo hoje e amanhã, nunca muda, mas os atrvidos e sem conciência o mudaram, defraudaram e pensam que laragar desculpas que somos obrigados a aceitar nomes impostores por causa dos idiomas, os idimas, foi uma maldição e não uma bençõa, e agora será que nos vamos vingar do nosso Criador, e lhe dar também uma maldição adulterando o seu nome de origem Hebraica arcaica, se é Ya, vamos meter Ye, em aramaico, ou Jeo, Romano, ou Yo seja lá o que for, só para contentar umas frações religiosas, isto envolve vidas humanas, não é um jogo, e muitos milhões já nasceram e morreram se nunca saber quem era o Criador, e até muitos receberam títulos de Santos , sem saberem tão pouco quem era o Messias, o diabo não dorme,ele usa um acomoflado, é como um polvo, se adapta aos ambientes á sua volta, se passa por bonzinho , o bom samaritano, e vai enganando os incautos com chamarizes e encantos, e se as pessoas não foram cautelosos como as serpentes e espertos como as pombas, vão sendo enlaçados na rede do passarinheiro.
    Um nome traduzido é um impostor, não admira que a bíblia avise sobre isto, porque todo o mundo cristão adora é impostores , os nomes nunca deveriam ter sido traduzidos, mas isto tem um objetivo, é desviar o maoir número possível de humanos da verdadeira adoração, mas o trigo está a restabelecer as origens de novo, é os filhos da luz, e os filhos das trevas.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Como o artigo acima demonstrou, os nomes que incorporam o nome divino como prefixo mantêm a vogal “o”, iniciando como Yeo- ou Yo- (latinizado como Jeo- ou Jo-). Portanto, a pronúncia Yahu está descartada. A pronúncia “Jeová” não é uma tradução e sim uma forma latinizada, transliterada do hebraico Yehováh. Ela já está em uso há séculos e identifica satisfatoriamente a Pessoa por trás do Nome: o Deus Criador e Todo-Poderoso, cumprindo textos como Êxodo 9:16.

      Excluir
  2. Já estudei para sacerdote da igreja católica, e eles são os próprios a afirmar que Jesus representa em roma o sol invictus de roma, e você dá uma desculpa das alterações dos nomes.
    qual dos nomes mudiais de algum ser humanao que já foi a outros paises como o Maichael Jachson, ou outro qualquer que tivesse de mudar o seu nome por causa da fonética, não são os próprios paises a esccrever nos seus jornais o seu real nome, embora lá entre eles a pronúncia até nos pode parecer esquesita, mas o nome daquela pessoa prevalece, a própria bíblia fala dos impostores, isto quer dizer que alguém iria passar por outros, e aprova está nos nomes atuais dos personagens bíblicos, lá atrás o rei Nabuconosor fez o mesmo a Daniel e os companheiros, e aqueles nomes passaram foi a glorificar foi os deuses dele, e perderam a sua santidade, e hoje, por muitas desculpas que queiramos dar está a acontecer o mesmo, por exemplo Mateus quer dizer presente de Zeus, porque a sua originilidade foi corrompida, nomes próprios nunca na vida podem ser torcidos, porque o personagem original perde a sua identidade, por exemplo se eu for á china e me pedirem para eu assinar o meu nome, não o vou escrever em chinês , o vou escrever como está no meu bilhete de identidade, e se o Criador cá estivesse ou o seu filho, ou o restos dos personagens bíblicos, eles se iriam identificar por aquilo que eles eram como nasceram com os seus nomes próprios das origens, nós estamos a fazer ao Criador aquilo que ele nos fez na torre de Babel, estamos a uzar a desculpa dos idiomas para alterar o nome mais sagrado do planeta, os deuse que existe neste mundi, nenhum mudou de identidade, o Buda é Bu
    da em toda a parte, o Alá dos Mulçumanos é o mesmo em toda a parte, mas porquê que o das bíblias é os unicos que mudam em todo o lado ?
    O inimigo é esperto, ao mudar um nome, passam a adorar a impostores, e ninguém chega a adorar a nada, mas ao próprios inimigo.

    Em João 4:22 diz que a salvação se origina é dos Judeus e não do mundo cristão, e indo ás origens, em hebraico aracaico, isto se escreve assim YAHUDIM, SÓ aqui matamos o confuso tetragram, que só tem é trazido confusões e discusões sobre o sagrado nome do Criador, que dizem ser o YEHO, YEHO é aramaico, é um hebraicjá mais tardio, perdeu a sua originilidade devido ao cativeiro de bABILÓNIA, ESTÁ JÁ CORROMPIDO, e não podemos usar nomes corrompidos para o Santo dos Santos, seu Santo nome é o mesmo antes da torre de Babel, e depois e amanhã, e se é Yahu, vai sempre continuar a ser em qualquer parte do mundo, por exemplo posso só o transliteralo para o meu idioma, mas o som tem de adr o mesmo que Yahu, assim Iárru, pronto, não alterei a fonética do original, até mesmo o Yeho pode estar certo, mas é no nosso ponto de vista, porque já o chamamento ao Criador já muda um pouco o som, será que o Criador vai atender a um som diferente ao seu original nome Yeho, Ierru, mas já ir para Jeom aqui piora tudo, já dá outra pessoa diferente do original, de Ye para JE, ou Ja, isto é uma pura fraude humana, do hebraico arcaico para linguas corrompidas é como dar um salto do abismo e gritat á sorte para o ar com nomes inventados a ver qual deles vai atender ao pedido, é pura especulação, veja aqui um parecer dos próprios líderes das TJ, com respeito ao deus que adoremm.

    sacado do cd deles:
    *** it-2 p. 495 Jeová ***
    O objetivo das palavras é transmitir idéias; em português, o nome Jeová identifica o verdadeiro Deus, transmitindo esta idéia mais satisfatoriamente, hoje em dia, do que qualquer dos substitutos sugeridos.

    Eles próprios reconhecem disto ser apenas uma ideia para transmitir as coisas, é como brincar ao acerta, e vamos meter nossa fé em palpites humanos ao invés de irmos para os originais, os Judeus são a resposta, porque a geração deles é que têm a chave disto tudo desde o principio do mundo até agora, embora eles terem já recebido o castigo dos seus actos, mas eles continuam a terem o segredo das origens, porque se não fosse eles os humanos todos neste planeta nem sequer sabiam quem era o CRIADOR.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Como o artigo mostrou bíblica e historicamente, usando o exemplo do nome do Filho de Deus, nomes sofrem alteração quando passam para outro idioma, quer na escrita quer na fonética, ou em ambas, especialmente quando está em questão a mudança de alfabeto. No caso do hebraico ocorria um agravante adicional, devido à falta de vogais na escrita. Mas isso é apenas uma questão linguística e não doutrinal. Jeová permitiu e aceitou que o nome de Seu Filho fosse vertido numa forma grega diferente em relação às consoantes que caracterizam o nome dele em hebraico. O que importa é que a pronúncia “Jesus” identifica o nome do Filho de Deus em nosso idioma, e formas similares dessa pronúncia o identificam igualmente em outros idiomas, assim como o nome “Jeová” (e suas formas similares em outras línguas) identificam o Deus Todo-Poderoso e Criador.
      As questões linguísticas envolvendo grafia e pronúncia são totalmente infundadas. Pois, se fossem válidas, não poderíamos usar a pronúncia “Jesus”, visto que essa pronúncia não é a pronúncia original do nome do Filho de Deus. O verdadeiro motivo por trás de todas essas questões linguísticas é a oposição ao uso de um nome próprio, pessoal, para o Deus Criador. Tal oposição serve ao objetivo do Diabo, de distanciar as pessoas de um relacionamento achegado com o Deus verdadeiro, bem como para promover confusão sobre a identidade do Deus verdadeiro. A verdade é que o nome divino ocorre na Bíblia milhares de vezes – mais vezes do que todos os títulos que lhe são atribuídos. Além disso, Deus deseja que seu nome seja conhecido e usado. (Isa. 12:4; Sal. 83:18; Êxo. 9:16) Se ele quisesse que a pronúncia original de Seu nome fosse preservada, ele a teria preservado. Mas o fato de isso não ter acontecido mostra que o que importa para Deus é que usemos a pronúncia de Seu nome que seja comum em nosso idioma, e essa pronúncia é Jeová.

      Excluir
  3. Como onde aparecia o nome YAHVEH eles pronunciavam ADONAY, então eles colocaram nas consoantes do nome YAHVEH as vogais de ADONAY, e isto fez com que surgisse a forma YEHOVAH.
    Existe uma forma abreviada do nome de Deus, que é יָה . Pronuncia-se “Yáh”, pois neste caso o “Hê” final é pronunciado, pois está com um ponto dentro dele, chamado “Mappiq”, o qual indica que o Hê deve ser pronunciado, apesar de estar no final da palavra.
    Esta forma abreviada do nome de Deus, adaptada para a língua portuguesa, é “Yah”.
    A forma abreviada do nome de Deus é usada no Tanach geralmente em trechos poéticos, como, por exemplo, Êxodo 15:2 e Salmos 118:5, e é usada também na expressão הַלְלויָה “halelú Yáh", que adaptada para o português é "aleluia", a qual significa "louvai a Yah".
    Em hebraico, formas abreviadas do nome de Deus são usadas para formar nomes próprios.
    Existem cinco formas abreviadas do nome de Deus que são usadas para formar nomes próprios, sendo que duas são usadas como sufixo e três são usadas como prefixo:
    As formas abreviadas do nome de Deus que são usadas como sufixos para formar nomes próprios são יָהו “Yáhu" e יָה "Yáh".

    VEJA O QUE OS LÍDERS DAS TJ DIZEM DO ASSUNTO, O NOME JEOVÁ É APENAS UMA IDEIA HUMANA, NADA MAIS, ´DE 1518 PARA CÁ É RECENTE, É UMA FABRICAÇÃO MEDIEVAL :

    *** it-2 p. 495 Jeová ***
    objetivo das palavras é transmitir idéias; em português, o nome Jeová identifica o verdadeiro Deus, transmitindo esta idéia mais satisfatoriamente, hoje em dia, do que qualquer dos substitutos sugeridos.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Uma resposta às afirmações sem base feitas pelo "anônimo" acima foi muito bem elaborada pelo autor do link abaixo:
      http://traducaodonovomundodefendida.wordpress.com/2012/09/10/jeova-ou-jave-qual-a-forma-realmente-equivocada-de-se-pronunciar-o-nome-de-deus/

      Excluir
  4. Irmão Cleiton:
    Alguém pode me dizer como pode ter certeza da pronúncia de um nome escrito em uma língua morta há quase dois mil anos? E como podem dizer qual vogal usar na transliteração de um idioma que não tinha vogais até meados do séc. VIII? A resposta é: não há como fazer essa afirmação!!! Ninguém gravou!!! A língua muda sempre, principalmente a pronúncia. YESHUA, YEHOSHUA, YAHOSHUA, ETC, SÃO TÃO TRANSLITERADOS QUANTO JESUS!!! NÃO HAVIA VOGAIS NO HEBRAICO ANTIGO. É TUDO TRANSLITERADO!!!
    1Tm 1:3 Quando eu estava de viagem, rumo da Macedônia, te roguei permanecesses ainda em Éfeso para admoestares a certas pessoas, a fim de que não ensinem outra doutrina,
    1Tm 1:4 nem se ocupem com fábulas e genealogias sem fim, que, antes, promovem discussões do que o serviço de Deus, na fé.
    1Tm 1:5 Ora, o intuito da presente admoestação visa ao amor que procede de coração puro, e de consciência boa, e de fé sem hipocrisia.
    1Tm 1:6 Desviando-se algumas pessoas destas coisas, perderam-se em loquacidade frívola,
    1Tm 1:7 pretendendo passar por mestres da lei, não compreendendo, todavia, nem o que dizem, nem os assuntos sobre os quais fazem ousadas asseverações.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. O objetivo do artigo acima não foi mostrar a pronúncia ORIGINAL do nome divino, algo que aparentemente se perdeu ao longo do tempo. O propósito foi demonstrar que Deus tem um nome que deve ser usado respeitosamente por todos os que professam servi-lo, e que a pronúncia “Jeová” goza de aceitação internacional, é a mais conhecida, sendo a pronúncia que identifica o Deus Todo-poderoso. O uso do nome divino não é um assunto trivial. Não é “outra doutrina”, mas sim um assunto solidamente fundamentado na Bíblia. (Jl 2:32; Mt 6:9) Portanto, os textos citados pelo senhor Cleiton não se aplicam ao tema em pauta. O que se nota entre os membros da cristandade é uma resistência e uma oposição ao uso do nome de Deus. As questões sobre pronúncia são levantadas por eles com esse intuito. Mas as Escrituras nos exortam a invocar a Deus por nome. (Is 12:4) Jesus Cristo tornou manifesto o nome de Deus. (Jo 17:6, 26) Como cristãos, devemos seguir o exemplo de Cristo.

      Excluir